As prisões decretadas pela Justiça Federal em razão da deflagração da Operação terra Prometida, pela Polícia Federal, que investiga a compra e venda ilegal de terras da União, fez com que os deputados estaduais Ezequiel Fonseca (PP) e Nininho (PR) apresentassem, nesta terça (2), requerimento solicitando realização de audiência pública, no próximo sábado (6), para debater reforma agrária e a morosidade da legalização de títulos fundiários, bem como os impactos e desdobramentos da operação.
Conforme Ezequiel, a falta de regularização fundiária é uns dos piores entraves de desenvolvimento. Afirma que isso se agrava no momento em que as famílias rurais deixam de permanecer nas áreas por falta de respaldo, pois encontram dificuldades para obter recursos em instituições financeiras a fim de investir. “Assim acabam saindo de suas terras”. Segundo o progressista, esta é uma situação que precisa ser discutida junto aos poderes públicos, buscando desdobrar e efetivar o direito à regularização daquelas pessoas que querem permanecer e trabalhar no campo.
De acordo com o deputado, a audiência é importante para esclarecer os fatos. Ressalta que se for prender quem vendeu os lotes, muita gente será presa, uma vez que pontua que o Incra não funciona. Diz que este devido à deflagração da Operação Terra Prometida, agora é um momento decisivo para discutir o problema agrário do Estado. O local da audiência pública ainda não foi definido, podendo ser em Cuiabá ou em Itanhangá. (Com Assessoria)
Evento acontece a partir das 18h30, na Praça do Rotary, com música, poesia, teatro, dança, exposição artística e artesanato do CAPS.
Entre as ações estão cursos para mulheres do campo, moradia popular, equipamentos agrícolas, transporte escolar e investimentos na saúde.
Município alcançou índice de 96,34%, cumpriu 100% dos critérios essenciais e conquistou a classificação Diamante no levantamento nacional.
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